Equipe da UFV. De pé: Hinayah, Fábio, Paula, Mika, Dryelli. Agachados: Luiz, Carlos, Camila, Thiago. Faltou só a Claudinha.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Projeto Rondon Jul/2011 - Operação Tuiuiu
Equipe da UFV. De pé: Hinayah, Fábio, Paula, Mika, Dryelli. Agachados: Luiz, Carlos, Camila, Thiago. Faltou só a Claudinha.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
"Meus amigos todos estão procurando emprego"
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Antes de escrever qualquer outra coisa
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Mostra de cinema sobre África
Estou de férias em casa e sem acesso diário à internet, por isso as postagens estão ainda difíceis...
Bom, preparando um bom início de período, a professora Roberta Franco, do Departamento de Letras da Universidade Federal de Viçosa, está organizando uma mostra de cinema africano de língua portuguesa. A mostra, intitulada Conflitos em Língua Portuguesa: cenas de Guerra em Portugal, Angola e Moçambique, contará com a apresentação de quatro filmes (ver abaixo) e terá espaço aberto para discussão após cada apresentação. O evento acontecerá no Cine Clube Carcará, de 10 a 13 de agosto, das 14h às 16h, na UFV. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do e-mail do evento: conflitos.portafrica@gmail.com. Haverá emissão de certificados aos participantes. Veja abaixo os filmes que serão apresentados e suas sinopses.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Pensando a Etnohistória.
É possível definir história como um conceito universal, já que a experiência comum da passagem do tempo é consensual, mas também particular: na dimensão dos eventos e quando o acontecimento é culturalmente valorizado. A história pode, ainda, ser tomada como uma disciplina, ou como uma categoria fundamental. Nesse último sentido, e nos termos de Durkheim, estaríamos lidando com uma “categoria básica do entendimento”, um a priori: não há sociedade que não construa sua noção de tempo, mas cada cultura a realiza empiricamente de forma diversa [1].
Amparados por Lilia Schwarcz, entendemos a História como uma reconstrução do passado, encadeada pelo presente que mantém ambos separados por meio do tempo. A noção de tempo, dessa forma, é essencial para que compreendamos a história e possamos empregá-la enquanto conceito a outras sociedades, com noções de tempo distintas do tempo ocidental (cronológico), mas que não perdem de vista as dimensões passado e futuro.
Considerando o passado como perspectiva essencial ao fazer histórico, podemos classificar toda tentativa de História, enquanto disciplina, como uma tentativa diacrônica de representação da alteridade, visto que o presente, personificado no historiador, aplica seu olhar ao passado buscando compreendê-lo. A etnohistória, por sua vez (e por trabalhar com documentos produzidos por terceiros a respeito de determinado povo), trabalha com a alteridade na dupla dimensão: se, por um lado, ela é diacrônica, visto o distanciamento temporal entre o objeto de estudo e o estudioso, ela é sincrônica ao buscar estabelecer relações entre as alteridades que se chocam no espaço/tempo determinado. Essa dimensão do trabalho etnohistórico confronta-se com aquela que toma a perspectiva do sujeito da prática discursiva como sua, considerando apenas a alteridade sincrônica. Acerca desses dois posicionamentos frente às fontes históricas, Schwarcz afirma aque:
(...) uma série de pesquisas antropológicas vem reconsiderando as maneiras de fazer essa “história do encontro” e criticando a representação do nativo como um “elemento passivo” de sua história. De um lado, há toda uma produção atenta às lógicas políticas e culturais desses contatos, e que tem a sociedade ocidental como referência de análise. De outro, um conjunto de trabalhos busca não uma história (ocidental) dos índios brasileiros, mas uma história indígena em seus próprios termos. Trata-se de uma linha que, em vez de acreditar que o discurso sobre os povos de tradição não européia serve para iluminar nossas “representações do outro”, passa a indagar de que forma os “outros representam os seus outros” [2].
O dilema epistemológico do tempo faz-se presente nessas duas formas de abordagens, visto que a primeira adota o observador e seu tempo enquanto referência para análise e a segunda busca perscrutar a história do observado através dos olhos do observador. Há uma dupla lente nessa perspectiva, que busca resgatar o passado de determinados grupos sociais revolvendo arquivos que já se caracterizam como leituras e interpretações de tais grupos, perscrutando informações acerca da cosmologia deles, mas deparando-se como essa foi entendida por seus observadores primeiros. Há uma dupla alteridade, duplamente representada no trabalho do historiador: como este representa o outro temporal e esse último o outro espacial.
O tempo, na etnohistória, é mais que um dilema epistemológico: é também metodológico. Muitos trabalhos que tratam de história indígena tendem a entender os fatos apresentados na fonte através de estudos etnográficos que partem do presente ou significar tais fatos a partir de problemas da atualidade. Tomemos como tema as análises acerca das migrações dos Tupinambá [3] para exemplificar o que dissemos.
Ao analisar os trabalhos de Alfred Metraux acerca das migrações tupinambás [4], Cristina Pompa constata que o autor intercala o uso de fontes quinhentistas e seiscentistas com informações decorrentes de etnografias dos séculos XIX e XX. Os mitos da Terra Sem Mal e do messianismo Tupinambá são tratados como categorias explicativas, dessa forma, relacionando-se as duas naturezas de fontes, difusas no tempo. Pompa afirma que “o arcabouço metodológico que circunscreve esse mito consiste me explicar a cultura tupinambá pela cultura guarani moderna, e considerar, ao mesmo tempo como ‘pressuposto’ e como ‘conseqüência’, a segunda como derivada da primeira” [5].
Florestan Fernandes analisa as migrações partindo da idéia de conflito e afirma que “no começo do século XVII existiam poucos Tupinambá no Rio de Janeiro e arredores. Foram exterminados nas guerras contra os portugueses ou então migraram” [6]. Preocupado em descobrir mecanismos de funcionamento da sociedade Tupinanmbá, busca justificar tais migrações relacionando-as com a situação social vivida pelos grupos no contexto do encontro intercultural, tratando os índios como vítimas do processo histórico no qual estão envolvidos.
Como notamos, o trabalho de Métraux esforça-se, de acordo com Pompa, para compreender a situação migratória como decorrente das convicções internas do grupo, sem relação com o contato inter-étnico, e recorre a fontes de temporalidades distintas para corroborar sua tese. Fernandes, por sua, vez, recorre ao encontro enquanto fator modificador da realidade indígena pela perspectiva externa: há uma mudança na forma de vida e de compreensão do mundo indígena decorrente da ação dos portugueses. As causas do fenômeno, dessa forma, são externas. Ao contrário de Métraux, vale ressaltar, Fernandes avalia a ausência de fontes que remetam a uma conclusão precisa, afirmando antes que “dentro de pouco tempo deixaram de ser mencionados explicitamente nos documentos históricos disponíveis” [7].
Pompa, por sua vez, busca aliar as duas vertentes acima, considerando o mito da Terra Sem Mal da perspectiva de Metraux e buscando razões internas à cultura indígena que, associadas aos fatores externos, levaram a tais migrações. A autora afirma que os encontros culturais são geradores de realidades conjuntas, nas quais há o somatório de fatores internos e externos:
A presença dos brancos não pode ser percebida apenas como desencadeadora de reações ou resistências, vistas em termos de volta aos costumes nativos, mas como uma realidade nova que obriga os diferentes grupos, com diferentes modalidades, a reconstruir simbolicamente, mas também historicamente, o mundo. O que foi chamado de “messianismo tupi-guarani” pode ser um produto original sem deixar de ter como causa o choque cultural: esta é a tese aqui proposta [8].
Percebemos que Pompa articula o relato apresentado nas fontes com o contexto social vivido por seus autores (religiosos europeus) e objetos (índios) enquanto uma situação de leitura e significação mútua, na qual os dois modificam-se em decorrência de sua coexistência.
Finalizando nossa discussão a respeito da Etnohistória, Ronald Raminelli analisa o trabalho de Pompa e diz-nos que a autora buscou entender “as traduções, o deslizamento de sentidos entre os universos simbólicos dos colonizadores e dos indígenas” atentando-se para o perigo de intercambiar informações (temporal e espacialmente), na tentativa de suprir lacunas apresentadas pelas fontes. Tal metodologia de análise documental (sincronia, diacronia e análise da historicidade dos encontros culturais), de acordo com Raminelli, garantiu a Pompa uma tese que se diferencia de boa parte daquelas produzidas no âmbito da Etnohistória [9]. Enfim, trataremos, nas postagens seguintes, de definir nosso objeto partindo dessa perspectiva da História ligada à etnologia: estudamos a alteridade na diacronia.
Abraços, pessoal, bom fim de semana a todos!
[1] SCHWARCZ, Lilia Mortiz. Questões de Fronteira: sobre uma antropologia da história. In Novos Estudos. n72. Julho/2005. p.120.
[2] Idem. 130.
[3] A grafia utilizada para nomes de grupos indígenas e africanos está de acordo com a Convenção da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), de 1953. Segundo Cristina Pompa, a “letra maiúscula para os nomes tribais (com a minúscula no emprego adjetival), sem flexão de número e gênero (...) é um modo, simbólico, de reconhecer um coletivo lingüístico, étnico e territorial: não um somatório de indivíduos, mas uma coletividade única, distinta da comunidade nacional, já que os grupos indígenas não têm, hoje, países ou pátrias que se possam escrever com a letra maiúscula.” In POMPA, op. cit. p.30.
[4] MÉTRAUX, Alfred. A religião dos Tupinambá. São Paulo: Companhia Editora Nacional. 1979 (1928)
[5] POMPA, Cristina. Religião como tradução: Missionários, Tupi e Tapuia no Brasil Colonial. São Paulo: Edusc. 2003. p.105-106.
[6] FERNANDES, Florestan. A Organização Social dos Tupinambá. Difusão Européia do Livro: São Paulo. 1963 (1949) p.33.
[7] Idem.
[8] POMPA, op. cit. p.114.
[9] RAMINELLI, Ronald. O dilema do tempo na ento-história. In Tempo. Vol.12, n23, Julho-Dezembro. 2007. Rio de Janeiro.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
África e o discurso performativo
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Apresentação na UFV
A construção da África:
Concepção visual do continente africano na cartografia dos séculos XVI e XVII.
Este trabalho faz parte do projeto de pesquisa de Iniciação Científica intitulado O homem representado: a humanidade de ameríndios e africanos em relatos de missionários (1584-1696). Ao iniciarmos as pesquisas, deparamo-nos com um grande problema: o que é a África nos séculos XVI e XVII? Partindo dessa questão, buscamos compreender a concepção européia acerca do continente negro a partir da cartografia da época. Da concepção ptolomaica da geografia do planeta, para a qual utilizamos uma representação de 1482, passamos ao mundo pós-América e, por fim, detemos nossa atenção no que concerne apenas à cartografia que tem como objeto a África. Fizemos um recorte de aproximadamente 100 anos – entre a representação de Abraham Ortelius: Africae Tabula Nova (1572) – e aquela de Nicolaas Visscher: Africae accurata tabula (1670). Além da representação dos contornos do continente, os mapas trazem as localizações dos grandes impérios, cidades, cursos de rios, entre outros. É notada também a emergência da representação de determinados grupos étnicos do continente, demarcados territorialmente nas cartas, e a paulatina substituição de elementos gráficos que remetem ao imaginário mítico medieval, como monstros marinhos, anjos, entre outros, por elementos que passam a ser mais conhecidos e presentes na cultura européia, como os próprios negros, objetos de suas culturas, cenas de encontros entre os povos... As margens dos mapas são repletas de informações que nos auxiliam na compreensão do imaginário daquela época e, no corpo das cartas, há, apesar das imensas imperfeições, informações a respeito da localização e delimitação territorial das populações subsaarianas. O objetivo desta análise é buscar compreender como a idéia de “África” foi alterada entre os séculos XVI e XVII através dos elementos visuais presentes na cartografia do período, que narra o desenvolvimento do imaginário europeu e do conhecimento acerca da África.
Abração!
terça-feira, 18 de maio de 2010
O regresso - Seminário na UFV
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Estive Off
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Trabalho aceito para apresentação em Seminário!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
O sujeito e o discurso
domingo, 4 de abril de 2010
O que é a África seiscentista?

segunda-feira, 29 de março de 2010
Bibliografia de apoio
Caríssimos!
Abaixo há uma pequena bibliografia, composta por artigos, dissertações, teses, livros e capítulos de livros. Esses são apenas alguns que tenho em mãos. Embora não os tenha lido a todos, acredito que são pontos interessantes para se partir nessa expedição científica rumo a l’Autre, aquele que é o lado escondido do eu. Retirei as referências no formato da ABNT para economizar espaços! Espero que ajude a possíveis interessados no tema!
Artigos
BARBOSA, Muryatan S. História da África: uma introdução.
BARBOSA, Muryatan S. Eurocentrismo, História e História da África.
BARBOSA, Muryatan S. A escola Nina Rodrigues na Antropologia brasileira.
BOCCARA, Guillaume. Mundos nuevos en las fronteras del Nuevo Mundo, Nuevo Mundo Mundos Nuevos.
BONCIANI, Rodrigo. A política ultramarina de Filipe III no Brasil e em Angola.
SANTOS, Irinéia Maria Franco.Iá Mi Oxorongá: As Mães Ancestrais e o Poder Feminino na Religião Africana.
SANTOS, Irinéia Maria Franco. Ancestralidade na Dinâmica Cultural Africana.
SANTOS, Irinéia Maria Franco. O problema do mal: abordagens sobre a Teodicéia e o Catolicismo.
VAINFAS, Ronaldo: Idolatrias e Milenarismos: a resistência indígena nas Américas.
Teses e dissertações (disponíveis nos links da UF's dos posts anteriores):
ALVES, Salomão Pontes. O paladino dos hereges: a defesa dos cristãos-novos e judeus pelo padre Antônio Vieira.
BAYONA, Yobenj A. C. Imago gentilies brasilis: modelos de representação pictórica do índio da Renascença.
CAMILO, Janaína Valéria Pinto. A medida da Floresta: as viagens de demarcação e exploração do país da Amazônia (séculos XVII e XVIII).
CARVALHO JÚNIOR, Almir Diniz de. Índios Cristãos: a conversão de gentios na Amazônia Portuguesa.
DELVAUX, Marcelo Motta. As Minas Imaginárias: O maravilhoso geográfico nas representações sobre o sertão da América Portuguesa – séculos XVI a XIX.
DIAS, Camila Loureiro. Civilidade, cultura e comércio: os princípios fundamentais da política indigenista na Amazônia (1614-1757).
FERNANDES, João Azevedo. Selvagens bebedeiras: Álcool, embriaguez e contatos culturais no Brasil Colonial.
FREITAS, Ludmila Gomide. A Câmara municipal da vila de São Paulo e a escravidão indígena no século XVII (1628-1696).
GABRIELLI, Cassiana Maria Mingotti. Capuchinhos bretões no Estado do Brasil: estratégias políticas e missionárias (1642-1702).
GONÇALVES, Rosana Andréa. África Indômita: missionários capuchinhos no reino do Congo (século XVII).
GURGEL, Cristina B. F. M. Índios, jesuítas e bandeirantes: medicinas e doenças no Brasil dos séculos XVI e XVII. 2009.
LIMA, Sheila Conceição Silva. Rebeldia no Planalto: A expulsão dos padres jesuítas da vila de São Paulo do Piratininga no contexto da Restauração (1627-1655).
LUZ, Guilherme Amaral. Carne Humana: A retórica do canibalismo na América Portuguesa quinhentista.
MANO, Marcel. Os campos de Araraquara: Um estudo de história indígena no interior paulista.
MORAIS, Regina Célia de Melo. L. A. Muratori e o Cristianismo Feliz dos padres da Companhia de Jesus no Paraguai.
NUNES, José Horta. A construção dos leitores nos discursos dos viajantes e missionários.
OLIVEIRA, Adalberto L. R. Ramkokamekra-Canela: Dominação e resistência de um povo Timbira no centroeste maranhense.
PANEGASSI, Rubens Leonardo. O mundo universal: alimentação e aproximações culturais no Novo Mundo ao longo do século XVI.
PEIXOTO, Tatiana C. Os mandarins do Sertão: os criadores de gado do São Francisco (1650-1750).
PURPURA, Christian. Formas de existência em áreas de fronteira: A política portuguesa dos espaços e os espaços de poder no oeste amazônico (séculos XVII e XVIII).
RESENDE, Maria Leônia C. Visões da conquista: verso e reverso (as missões jesuíticas nos séculos XVI e XVII).
RIBAS, Maria Aparecida A. B. O leme espiritual do navio mercante: a missionação calvinista no Brasil Holandês (1630-1645).
SCARAMUZZI, Igor A. B. De índio para índio: a escrita indígena da história.
SILVA JÚNIOR, Waldormiro Lourenço da. A Escravidão e a Lei: gênese e conformação da tradição castelhana e portuguesa sobre a escravidão negra na América (séculos XVI-XVIII).
TAVARES, Célia Cristina da Silva. Entre a cruz e a espada: Jesuítas e a América Portuguesa.
VARELLA, Alexandre Camera. Substâncias da Idolatria: as medicinas que embriagavam os índios do México e Peru em histórias dos séculos XVI e XVII.
Livros:
ALENCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul.
APPIAH, Kwane Anthony. Na casa de meu pai: A África na filosofia da cultura.
BARRETO, Luís Filipe. Descobrimentos e Renascimento: Formas de ser e pensar nos séculos XV e XVI.
BONILLA, Heraclio (org). Os conquistados: 1492 e a população indígena das Américas.
BOXER: Charles R. O Império Marítimo Português – 1415-1825.
CASTELNAU-L’ESTOILE, Charlotte. Operários de uma vinha estéril: Os jesuítas e a conversão dos índios no Brasil – 1580-1620.
CUNHA, Manuela Carneiro da (org). História dos Índios no Brasil.
DOSSE, François. A História em Migalhas: dos Annales à Nova História.
GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história.
GREENBLATT, Stephen. Possessões Maravilhosas: o deslumbramento do Novo Mundo.
GRUZINSKI, Serge. A colonização do imaginário: sociedades indígenas e ocidentalização no México espanhol. Séculos XVI-XVIII.
HAUBERT, Maxime. Índios e jesuítas no tempo das missões.
HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Visão do Paraíso: os nativos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil.
LÉVI-STRAUSS, Claude. Tristes Trópicos.
LOVEJOY, Paul E. A Escravidão na África: uma história de suas transformações.
O’GORMAN, Edmundo. A Invenção da América: reflexão a respeito da estrutura da história do Novo Mundo e do sentido do seu devir.
POMPA, Cristina. Religião como tradução: missionários, Tupi e Tapuia na Brasil colonial.
PUNTONI, Pedro. A guerra dos Bárbaros: povos indígenas e a colonização do sertão nordeste do Brasil (1650-1720).
RAMINELLI, Ronald. Imagens da Colonização: A representação do índio de Caminha a Vieira.
SCHWARTZ, Stuart. Cada um na sua lei: Tolerância religiosa e salvação no mundo atlântico ibérico.
SILVA, Alberto da Costa e. A enxada e a lança: a África antes dos portugueses.
THOMAZ, Luis Filipe F. R. De Ceuta a Timor.
TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América: a questão do outro.
VAINFAS, Ronaldo (org). A América em tempo de conquista.
Capítulos:
WESSELING, Henk. História de Além Mar. In BURKE, Peter. A escrita da História. Novas Perspectivas.
TODOROV, Tzvetan. Viajantes e indígenas. In GARIN, Eugênio. O homem renascentista.
BONTINCK, F. La première “ambassade” congolaise à Rome (1514). In Études d’histoire africaine.
BURGUIÈRE, André. A antropologia histórica. In LE GOFF, Jacques; CHARTIER, Roger; REVEL, Jacques (orgs.). A História Nova.
Espero que seja de alguma valia! Abração!





